Aquele dia, aquele dia! Que bagunça, que maravilha! Eu caminhei até aquela nuvem e ali me perdi. E estou triste, triste, triste, pequeno, só e assustado a urgir por pureza - uma mente fráfil e um espírito gentil. Aquele dia, aquele dia! Que maravilhosa bagunça! É o que eu posso fazer - cansei de ser eu mesmo! Triste, assustado, pequeno, só e belo - é como tudo deve ser. Eu aceito, porque supõe-se que tudo deve ser assim. Aquele dia, aquele dia em que eu deito ao meu lado, neste sentimento de dor, tristeza, medo, pequenez, escalando, rastejando até a luz - e é tudo o que eu vejo, e estou cansado e estou certo, e estou errado e isto é belo. Aquele dia, aquele dia! Que bagunça! Que maravilha! Todos somos o mesmo ser e ninguém concorda com isso! E está tudo bem, e eu sou pequeno e sou divino, e sou belo! E está vindo, e já está aqui, e é absolutamente perfeito... Aquele dia, aquele dia em que tudo estava uma bagunça e tudo estava em ordem - e havia machucados demais, tristeza demais, peque...