Cantinho de uma mente perturbada...: Setembro 2008

Cantinho de uma mente perturbada...

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segunda-feira, setembro 29, 2008

Convite

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Eu estarei lá, e vocês?

sexta-feira, setembro 26, 2008

"Gentalha, gentalha!..."

"Separar o joio do trigo". Este é o ensinamento que todos nós recebemos quando se trata de agir com relação às pessoas que nos fazem bem ou mal - afinal, trocar pessoas da nossa vida não é especialidade do PROCON, nem mesmo da delegacia (na maioria dos casos).
cada um tem a sua maneira de tratar dos indesejáveis - mesmo os momentaneamente. Seja evitando, seja dirigindo logo - NA CAAAAARA!!! - que não quer mais saber... não há uma receita, nem ao menos certo ou errado. Quem quer machucar, machuca. Quem não quer, provavelmente machuca, também.
Outra frase comum é que "os amigos são a família que nós escolhemos" - ESCOLHA é a palavra... mas temos que saber se AMIZADE é algo que se constrói e solidifica. São bem raros os casos de "amizade à primeira vista".
Creio que a amizade seja como uma flor: a gente tem que cuidar dela e dá-la o que temos de melhor, para que ela cresça forte e sadia.
Mas que ninguém se engane – ninguém é perfeito. Não, leitor metido, você NÃO É exceção alguma. Nem você, nem a sua mãe (sim, a sua mãe também entra nessa), nem quem está do seu lado (ou na casa do vizinho), nem a minha mãe o é. Eu? Pffffffff... Mas o foco é – todos pisam na bola direto. Bonitinho, feinho, feio, horrivelmente. Inocentemente, “sem querer, querendo”, ou intencionalmente. Mas nós, seres humanos, erramos muito. E parte da amizade é saber passar por cima desses erros, caso eles não sejam maiores que nossas crenças mais profundas – muitas vezes, uma amizade vale a pena uma auto-análise. Mas isto é de cada um – será que vale mudar por determinada pessoa? Não chegaria a tanto, não...
E quando o amigo se revela uma “boa bisca”, um amigo falso que está contigo por motivos escusos (puxa, falei bonito, agora, não?)? Pois bem, meu caro leitor e minha cara leitora... parafraseando a imortal Magda Salão: “A verdade é que nem cocô – cedo ou tarde vem à tona”.
E quando a “cobra criada em meu/seu/dele/nosso/vosso/deles próprio ninho” é a nossa FAMÍLIA? Como eu disse anteriormente, amigos são a família que nós escolhemos – o que quer dizer que família, a gente NÃO ESCOLHE. Eu posso contar nos dedos as pessoas que não gostariam de ir a uma loja e trocar aquele Joselito por um modelo menos “viciado ou com defeito” (obrigado pelo termo, TH!).
Família é algo bem mais complicado que lidar com amizades. Mas há certas vantagens: com família, você pode chutar, espezinhar, ‘nojentar’ e ‘etc-ar’ à vontade: eles JAMAIS se livrarão de você – atenção, leitores influenciáveis: EU NÃO ESTOU RECOMENDANDO QUE VOCÊS COMECEM A AGIR COMO SE FOSSEM VERMES IGNÓBEIS E ACÉFALOS COM AS SUAS FAMÍLIAS!!!
Por outro lado, vocês também JAMAIS se livrarão daqueles que lhe chutam, espezinham, ‘nojentam’ e ‘etc-am’...
Mas aí, eu chego onde eu realmente queria: nas cobras criadas dentro da família... o que fazer quando alguém que – ao menos na minha concepção de ‘família’ – deveria estar a seu lado e lhe aceitar do jeito que você é e lhe apoiar, mesmo discordando, na verdade, lhe sabota, apronta contigo nas suas costas e, seja em que circunstâncias forem, acaba sendo desmascarado(a).
Pois bem, isso acontece comigo neste exato momento. E isso me deixou sem chão, e eu ainda não consegui construir outro. Perder confiança, respeito e até certa admiração de uma vez não é algo fácil pra ninguém – ainda mais quando, como já dito, não há como se livrar da mini-naja que divide a vida contigo.
Para a maior parte dos assuntos da minha vida, eu prego a política do “forgive, but never forget” – perdoe, mas nunca esqueça. É algo franco, e deixa tudo leve. Perdoe, honestamente; mas saiba que “o culpado sempre volta à cena do crime”, então, fique de olho vivo para não acontecer de novo. Basta não dar espaço.
Mas sejamos francos... quem disse que eu sou um ser evoluído e puro, que perdoa as coisas assim? Eu sou rancoroso e demoro MUITO TEMPO pra perdoar alguém – e se eu já demoro pra perdoar, isso já quer dizer que eu JAMAIS esqueço. E sim, e me assumo hipócrita, agora... afinal, prego tal política, mas eu mesmo não a sigo. E, na maioria das situações, dou o troco quando menos se espera – não se trata de “vingança”, meu caro leitor, minha cara leitora... Tom não se vinga – TOM FAZ JUSTIÇA A GALOPE...
Quando se é em família, tudo é mais difícil neste setor – mas nem por isso, deixo barato. Por ora, é o momento de lamber as feridas e engolir a “novidade”. É quando meu chão estiver de volta ao seu lugar que eu poderei pisar e saber como agir.Já sei quem é o novo inimigo – agora, é saber como lidar com ele (leiam aniquilá-lo).
Alguém tem um exemplar de “A Arte da Guerra” pra me emprestar?

Escutando "Didn't We Almost Have It All", Whitney Houston

terça-feira, setembro 23, 2008

Doação de órgãos

Oi, gente!
Já é uma da manhã... Eu deveria estar dormindo, porque às sete, tenho mais um ônibus para Recife a pegar... Mas a insônia não deixa. Com ela, vem a televisão. Com e última, vem o comercial mais emocionante que vi este ano, de longe.
Acabei de ver o comercial de doação de órgãos. É a segunda vez que o vejo na vida. Pela segunda vez, estou chorando copiosamente. É tão pungente que estou postando via celular. Já viram? Não?!! Pois vão ver! Assim que puder, procurarei o vídeo no YouTube para postá-lo aqui.

ps: eu sou doador de órgãos, e você?

ADENDO 23/09/2007, 14h28:
Olhem só o que consegui pra vocês:

sexta-feira, setembro 12, 2008

Oláááá!


Oi, pessoas!
Eu sei, tem um tempinho que não tenho escrito aqui... mas vamos fingir que nenhum tempo se passou, né? hehehehe
Este aqui é o meu Buddy Poke, já carinhosamente chamado de Mini-Me!
hauahuahuhauah... minha gente, ele é igualzinho a mim... eu tenho, MESMO, cara de emoticom, como dizem... estou maravilhado!
Pois bem, gente. Mini-Me estará aqui, no blog, a partir de hoje, para recepcionar-lhes e mostrar o estado de espírito de seu "pai" a cada post - nem todos, afinal, quero manter algum mistério e fazer surpresas, de vez em quando...
Hoje, resolvi falar das coisas novas que tenho visto, ouvido, sentido, e escrever algumas recomendações a todos vocês:

UMA COMIDA:

RÚCULA


Qualquer ameba acéfala (baixou a Maria Regina da "Suave Veneno" em mim, agora...) sabe que eu ODEIO legumes, verduras, fruitas e etc. - com raríssimias excessões.
MAASSSS... de vez em quando, eu posso me abrir a novas experiências, como me abri a experimentar à folhinha superverde.
Tem um gostinho que lembra aquelas cream crackers com gergelim - é ruim no começo, mas depois de umas mastigadas, você engole e quer outro pedaço.
Ponham um sabor novo nas suas saladas. É bem saudável: segundo o site Tribuna News, rúcula é ótima para combater o colesterol ruim e o ácido úrico efaz um bem danado para quem quer emagrecer - que nem eu!
E o melhor: LEANDRA BORGES APROVA!


HÃÃN?


UM FILME:

ACCROSS THE UNIVERSE (2007)

Beatles, uma bela estória, cheia de detalhes curiosos e referências, BEATLES, um elenco bem afinado, BEATLES, Bono Vox, BEATLES, Salma Hayek, BEATLES, a mesma diretora de "Frida"... já disse BEATLES?

UM LIVRO:

O PODER QUE VEM DO SEU NOME, Aparecida Liberato e Beto Junqueyra (2008)

Acho que o mundo inteiro já sabe que sou vidrado naqueles dicionários de nome, não?
Pois bem, semana passada, passando pelo Bompreço do Shopping Recife, eu vi de longe a capa do livro, com o título em letras garrafais. Não olhei mais nada. Apenas comprei. No ônibus para Maceió, eu resolvi pegar para lê-lo...
...e era um livro sobre NUMEROLOGIA!...
E não é que eu fiquei encantado com o assunto?
O livro fala da suposta energia que os números possuem e sua relação com nossos nomes, nossa data de nascimento, nossas personalidades e até mesmo o universo ao nosso redor.
No maior esquema "não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem", fiz alguns experimentos comigo... até agora, deram certo, e até descobri muita coisa sobre mim e sobre aqueles que estão ao meu redor! Sendo assim, o livro está aprovado.

UM CD:

PAULA TOLLER, Paula Toller (1998)


O primeiro álbum-solo de Paula Toller foi feito apenas por diversão. Não houve promoção alguma - até porque o Kid Abelha estava no meio da promoção do álbum "Autolove". O que foi uma pena: as faixas deste disco foram relegadas à Antena 1 e à Rádio Educativa FM, e seu único clipe, "Derretendo Satélites", só era exibido no extinto "MTV Al Dente".
O disco tem uma levada funk muito gostosa, e arranjos diferentes para clássicos como "Eu Só Quero Um Xodó" e "1800 Colinas"... e uma curiosidade: o hit "8 Anos", da Adriana Calcanhoto, apareceu pela primeira vez neste disco! Lógico, o Gabriel do refrão é o filho de Paula que, na época do disco, tinha 8 anos...

Pois bem, acho que, por hoje, é só. Espero que curtam tudinho e me dêem seus pareceres depois, certo?
Até o próximo post - que virá bem em breve, prometo!

écsôu, écsôu...

quarta-feira, setembro 10, 2008

Derretendo Satélites

Abra com as mãos e me deixe olhar. Me leve pra dentro devagar. Sempre venho aqui nesse lugar provar suco da sua boca, buscar o sal do mar, mostrar um verso, provar um amor eterno...

Onde a sua mão está agora? A minha, você sabe bem... quanto mais tempo demora, mais violento vem...

Falando absurdos, virando a noite, perdendo o senso, DERRETENDO SATÉLITES...
falando tudo, voando à noite, ouvindo estrelas, DERRETENDO SATÉLITES...


Uma vez, dez, quinze, vinte, tanto faz - não tenho mais nada pra fazer... Estou aqui pensando em você, deixando a água correr... busquei o mar, cheguei ao universo, provei um amor eterno...

Onde a sua mão está agora? A minha, você sabe bem... quanto mais tempo demora, mais violento vem...

Falando absurdos, virando a noite, perdendo o senso, DERRETENDO SATÉLITES...
falando tudo, voando à noite, ouvindo estrelas, DERRETENDO SATÉLITES...


Um... Dois... Três... Quatro... Cinco... Seis... Sete... Oito... aah-...

Falando absurdos, virando a noite, perdendo o senso, DERRETENDO SATÉLITES...
falando tudo, voando à noite, ouvindo estrelas, DERRETENDO SATÉLITES...


Falando absurdos... voando à noite... perdendo o senso... DERRETENDO SATÉLITES...

(Livremente inspirado em "Derretendo Satélites", de Paula Toller)

segunda-feira, setembro 01, 2008

Um país que cai de bunda e chora...

Sou tomado de profunda melancolia ao contemplar o desempenho do Brasil nas Olimpíadas...e constatar nossa colocação no quadro de medalhas...comparar nosso país com os países que estão à nossa frente.

Fico triste ao ver que na nossa seleção olímpica de futebol existem jogadores que ganham milhões e milhões de dólares, enquanto representantes do nosso judô choram e são humilhados por não ter dinheiro para pagar o exame de faixa preta.

Fico irado ao ver o Galvão Bueno, nas transmissões da Globo, enaltecer delirantemente 'o gênio mágico' do 'fenômeno' Phelps, nadador norte-americano...e não falar no mesmo tom do nosso nadador Cielo, este sim, um fenômeno. Fenômeno porque treinou seis horas por dia nos três últimos anos, numa cidade do interior dos EUA, sustentado pelos próprios pais e pela generosidade de alguns amigos, pois não recebe um auxílio oficial.

Fico depressivo ao contemplar na TV nossas minguadas medalhas de bronze.
E fico pensando que, de cada mega-sena e outras loterias oficiais, o governo paga apenas 30 % do arrecado ao ganhador e propaga que os outros 70 % são destinados a isso ou aquilo, sem que a gente possa fiscalizar com nitidez essa aplicação.

Estou por completar 66 anos. E desde pequenino tem sido assim. Lembro do Ademar Ferreira da Silva, nosso bicampeão olímpico do salto tríplice que foi competir tuberculoso !

E jamais me sairá da mente o olhar de estupor de Diego Hipólito caindo de bunda no chão no final da sua apresentação, quando por infelicidade e questão de dois segundos deixou de subir ao pódio. E de suas lágrimas pedindo desculpas, quando ele não tem culpa de nada. Das lágrimas de outros atletas brasileiras dizendo que não deu. Pedindo desculpas aos familiares e ao povo.

Meu Deus !
Será que vou morrer vendo um povo que só chora e pede desculpas ?
Será que vou morrer num país que se estatela de bunda no chão, enquanto os políticos roubam descadaradamente e as CPIs não dão em nada ?
Será que vou morrer num país que se contenta com o assistencialismo e o paternalismo oficiais, um povo que vende seu voto por bolsa-família e por receber um botijão de gás de esmola por mês ?

Até quando, meu Deus???

(de James Pizarro)

Escutando "How Could An Angel Break My Heart", Toni Braxton