Cantinho de uma mente perturbada...: Fevereiro 2008

Cantinho de uma mente perturbada...

Minha foto
Nome:



[[[[CRONCH!]]]]


Culture Rangers Revolutions - EU SOU O RANGER AZUL!!!

Escrevinhadores - Crônicas do Cotidiano
Orkut
MySpace
MySpace Music (EM CONSTRUÇÃO)

Powered by Blogger

terça-feira, fevereiro 26, 2008

AGRADECIMENTOS

“Você não sabe o quanto eu caminhei
Pra chegar até aqui
Percorri milhas e milhas e milhas antes de dormir
Eu não cochilei...”

A Estrada
(Toni Garrido, Lazão, Da Gama, Bino Faria)

Pelos mais variados motivos, este trabalho me é muito caro, e devo agradecer a muitas pessoas que estiveram comigo durante todo o processo. Para mim mesmo, chamo este agradecimento de “desabafo de cinco anos”, então, não estranhem se o acharem um pouco longo!

Primeiramente, agradeço à minha família, tão normal e tão louca ao mesmo tempo; as figuras mais presentes (presentes DEMAIS, algumas vezes) na minha vida, meu norte (embora eu sempre prefira o sul) e, muitas vezes, minha consciência (sim, eu tenho uma!). Principalmente a estas três figuras:

“Seu” Aluízio, meu pai, minha maior figura de profissionalismo e dedicação. Sei bem que estou longe de ser o filho ideal, mas você está sempre a me apoiar em qualquer passo que eu decida tomar, mesmo que vá contra os seus desejos. Cabeça, tronco e membros, deve aprender a relaxar e enxergar que o mundo não está mais na década de 1950... e eu sou igual a você (um pouquinho mais evoluído, mas ainda assim...), queiramos ou não. Nunca assumi isso publicamente, mas tenho orgulho disso, sim, porque você é chato pra ca...ramba(!), mas “é o meu querido pai-pai”!<

“Dona” Salete, minha mãe, minha força. Quem me faz brigar (até com ela mesma) para ser forte; quem tenta me ensinar a ser mais paciente (mesmo não sendo grande exemplo de tal virtude) e a relaxar quando meu eterno perfeccionismo me impede de enxergar quando tenho um bom material e um tempo inábil em mãos; quem tem um cafuné numa mão e um puxão de orelha pronto na outra sempre que é preciso e nunca, jamais verá que eu passei dos dez anos, mesmo aumentando a minha idade real nas discussões. Te amo mais que quase tudo nesta vida! Jamais se esqueça disso.

Vitor, meu irmão – a melhor pessoa para se ter uma discussão e até algumas brigas, a única no mundo que consegue entender as minhas piadas e referências pop (mesmo as mais obscuras) e respondê-las à altura (OK, nem sempre, mas você tenta) – foi preciso você ir para longe (nem tanto, antes: quatro horas de ônibus – agora, um dia de avião...) para que eu percebesse o que, no fundo, sempre soube: gosto muito de você e sinto falta da sua presença (embora ter o computador só para mim tenha facilitado muito a minha vida).

Agradeço também a Cícera, por ser uma grande amiga e incentivadora, e pelo maior ouvido que já vi no mundo (e também pela menor boca)!

Agradeço imensamente ao meu orientador, professor, mestre e amigo Bianor Monteiro Lima, por ter acreditado na minha idéia desde o princípio, quando parecia que ninguém acreditava, e ter me orientado brilhantemente por todo o processo – além da paciência com as constantes ligações e visitas à sua sala e ao seu escritório.

A professora Gianna “Bonitinha” Barbirato, por ser sempre tão solícita e disposta a ajudar, além de ter me dado grande parte da minha base para este trabalho, através da cadeira Climatologia Urbana – tão importante para qualquer arquiteto-urbanista, além de vários outros profissionais que parecem se esquecer de que temos apenas este planeta para viver, e gerações futuras a se pensar. Sinto muito pela minha teimosia, mas você sabe o quanto eu sou firme com minhas idéias quando tenho certeza delas. Obrigado pela compreensão eterna – você sabe que eu sou capaz! A próxima vaga no Vaticano é sua!

Aos professores pelos quais cruzei nesta vida acadêmica, que foi tão rica em informações e emoções. Obrigado por me mostrar como um profissional deve agir realmente. Através dos exemplos vistos em sala e na vida, posso afirmar que aprendi como devo proceder (e com “alguns”, como não devo, também) daqui para frente.

Ellen Souza, Joana Teixeira, Renata Oliveira, Alex Fernandes, Diva Carolina e Nadir Faustino (minha companheira de “caça-ao-Bianor”) – muito obrigado por todo o apoio e ajuda que vocês me deram. Sem suas dicas, materiais e críticas sempre construtivas, com certeza, não teria chegado aqui. Devo tudo isto a vocês.

Aos amigos que me apoiaram e agüentaram durante estes anos de curso, e sempre manifestaram apoio ou estiveram ao menos curiosos a respeito deste trabalho: Izabelly “Bê-Lí” Andrade, Cybelli Albuquerque, Anadeje “Lourão” Ventur, Mara “Loura” Leão, Airton “Sapo” Omena, Teresa “TT” Berard, Gilson Andrade, Andréia Oliveira, Gladys “Gaúcha” Guimarães e família, Bruna “Bubu” Acioly, Larissa “Foffy” Caldas, Isadora Padilha, Ana Rosa Chagas, Alice Marinho, Lavínia “Donda” Carla, entre outros.

A todos do EMCASA pelo apoio e paciência – muita gente pra mencionar, então, vou deixar no agradecimento “genérico” – vocês sabem quem vocês são! Tenho orgulho de ter meu nome vinculado a um grupo tão unido e comprometido com um trabalho que é mais que belo! A maioria é de novatos no curso, e já é tão engajada! Isso é que é exemplo de corpo estudantil! Continuem sempre com o ótimo trabalho!

À ilustre professora Geny van der Broocke, pela preciosa ajuda de me proporcionar “o ponto de vista do morador”. É assim que se faz o trabalho de um urbanista, e jamais saberá o quanto lhe sou grato por ter podido aprender durante a minha formação – embora devêssemos, nem todos nós conseguimos ter esse olhar! Muito obrigado pelo material pesquisado, também! Foi maravilhoso!

Ao pessoal do IBAMA-AL, IMA-AL e da SEMPMA; especialmente Claudio, do Plantão da SEMPMA; Silvio Normande, coordenador de licenciamento da SEMPMA e Rosângela, arquiteta responsável pelo setor biológico do IMA. Sua empolgação, apoio e todo o material a mim cedido tornaram o início desta jornada bem interessante e rico em idéias para o trabalho. Fui obrigado a tomar direções diferentes, mas não esqueci do meu projeto inicial! Apenas o adiei! Obrigado pela gentileza e espero poder contar com vocês em projetos futuros.

Aos amigos próximos que me proporcionaram discussões instrutivas e incentivadoras: Manuela e Rodrigo Borges (o ”casal Pikachú”), Marielli Moraes, Kummer Williams, Thiago Giacomelli, Elthon Pacheco (o cérebro mais pensante que já encontrei no MSN), Pâmela Lopes (mais uma a me proporcionar o ponto de vista do morador, com fortes opiniões), Professora Magnólia Rejane... são muitos a se mencionar por aqui – vocês sabem quem vocês são, e muito obrigado.

Aos meus queridos amigos Flávio “Compa” Perina, Felipe “Prodígio” Policarpo, Wallace “Celebreiro” Puosso, Thiago “TH” Henrique, Leandro Ayrosa, Liannara Patrícia, Luiz Henrique Oliveira, Janaína Cavalcanti, Rodrigo “Cavaqueiro” Acioly, Marcos Mendonça, Jeferson Willian (mais um a me proporcionar o valioso “ponto de vista do habitante”) e os mais-que-amigos Maria Fernanda Santos Firmino, Flavia Laís Santos Firmino e Fábio Peixoto, por me ajudar a manter a auto-estima e a minha criatividade sempre no alto ao longo de três anos, especialmente neste, que prometia ser (e foi!) um inferno – já dizia Jean Paul Sartre: “O inferno são os outros!”... Deus abençoe a todos, sempre!

Agradeço a todos os demais que estiveram ao meu lado neste trabalho. Precisei muito do apoio de todos para que este, que parecia ser apenas um delírio meu, virasse um sonho que se torna realidade.

Aos que não botaram fé em mim, também. Foram igualmente importantes para este trabalho, apenas para me dar o prazer de poderem vê-lo pronto.

Lastly, but never at least, agradeço a Deus por me dar todas as bênçãos que um ser humano poderia necessitar e objetivar em uma vida. Convosco, posso conquistar tudo, e sem Vós, minha existência é vazia. Espero poder estar fazendo honra a tudo o que por Vós me foi dado.

Enfim, hoje, eu finalmente defendi o meu Trabalho Final de Graduação. Ele é um dos meus grandes orgulhos e espero que ele seja útil e proveitoso a todos! Por ora, estou muito feliz por finalmente poder me considerar um EcoUrbanista. Um 8,5 está de bom tamanho, não?

Mais, uma vez: Obrigado por tudo,

Tom

“There’s so much energy
At last I can be free
I am the person I was looking for”

Feel The Sun
(Melanie Chisholm, Rick Nowells)

domingo, fevereiro 03, 2008


foto tirada do website PerezHilton.com

Adorei a foto...

No seu post, Perez mandou uma frase para completar...

"I'm disappointed the Spice Girls aren't coming on tour to my country because ________."

Eu estou desapontado pelas Spice Girls não virem em turnê ao meu país por uma série de motivos:

1) Elas não vinham ao Brasil, mesmo. Marcaram show na Argentina!
2) Eu fui sorteado pra Köln (Alemanha) e San José (EUA). Eu eu não fui a NENHUM DOS DOIS SHOWS! Vendi minhas senhas e juntei um dindim pra gastar na viagem pra Buenos!
3) É uma puta falta de respeito com os fãs desmarcarem apresentações anunciadas para darem preferências a outros que não estavam previamente agendados - e, por fim, cancelarem.
4) Por que elas estão fazendo uma "turnê mundial" assumindo que o "mundo" seja a Europa (ocidental) e a América do Norte anglófona (excetuando-se Montreal - no Canadá -, que fala francês...).
5) Porque, agora, vou ter que me contentar apenas com uma porcaria de dvd - dvd de show é bom., mas ir a um show é geralmente muito melhor! Ainda mais quando o delas está recebendo as mais altas cotações!

Mas enfim... é a vida... ao menos, tô com algum dindim na poupança...